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Maio 14, 2008
do fundo do baú: considerações
nussa, quanta coisa né??
e só postei coisas minhas ![]()
tem muuuuuitos poemas e versos da minha querida irmãzinha, thais…
e muita coisa boa, q depois eu posto aqui ^^
ér… as vezes eu me sinto mais maduro hoje em dia, mas as vezes eu me sinto também mais cego pras coisas… não me permito irritar com coisas, me machucar, etc….
interessante como o tempo passa e as coisas vão evoluindo…
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Maio 14, 2008
do fundo do baú: alguns poemas sobre o amor
Não me lembro de teus labios;
Não me lembro de teus olhos;
Não me lembro de suas mãos em meu rosto;
Nem me lembro de teu gosto, sabor e aroma
Só me lembro de te amar;
Só me lembro de te amar em vão…
—-
Esqueci de suas preferencias;
Esqueci de seu telefone;
Esqueci de seu aniversário;
Esqueci até mesmo de seu nome.
Porém, Jamais esqueci de te amar!
postado em 21 e 30 de março de 2005 (respectivamente)
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Maio 14, 2008
do fundo do baú: dois poeminhas filosóficos
Renunciando suas idéias,
seus princípios, personalidade
e sua invidualidade.
Rendendo-se à sociedade, ao mundo e à vida.
Deixando que a terra trague seu corpo,
Sua mente se libertará e a felicidade
Reinará nesse mundo de ilusão.
—-
Tão nublado quanto minha vida;
Tão turva quanto minha visão;
Tão sem graça quanto meu dia;
Tão frio quanto meu coração;
Tão cinza como meus pensamentos.
postados originalmente em 07 de setembro de 2004
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Maio 14, 2008
do fundo do baú: pequenos haicus
“A minha insanidade é infinita,
Nao se sabe quando começa
Nem quando termina,
Nao se sabe se é verdade ou mentira.
Sera q é loucura? Ou sera que sou normal?”
—-
“Sofri, ao nao te conhecer
Cai, ao nao te ver
Fugi, ao nao me querer
Morri, ao nao, voce dizer.”
postados originalmente em 27 de maio de 2004
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Maio 14, 2008
do fundo do baú: Cobras
Cobras
(Mário F. Rinaldi - 13/07/2004)
Te levou a custa de minha dor
Sugando-me o sangue
Com suas presas cravadas em minha mente
Víl servo do diabo
Maldito o dia em que conversamos
cuspindo em mim tanto veneno
maldito o dia em que em ti confiei
mal sabia,
ía de encontro ao bote de uma cobra
Precionando, enforcando, induzindo-me à desistencia
maldito o dia em que nos conhecemos
o dia em que uma adaga penetrou meu coração
postado originalmente em 27 de julho de 2004
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esse poema escrevi num acesso de furia, pq um cara se dizia meu amigo, no cursinho e foi lá e roubou a musa de meus sonhos…. maldito seja aquele grande FILHO DUMA PUTA, que ele queime no inferno….
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Maio 14, 2008
do fundo do baú: Ao estilo Van Gohg, um ultimo adeus
Ao estilo Van Gohg, um ultimo adeus
(Mario F. Rinaldi)
Nao posso te ver sem sentir dor
Nao posso deixar de pensar em ti
Pois sem voce minha vida nao tem sentido
Mas, com voce, minha morte é certa!
E, sem voce, minha vida é incerta!
Nao aguento mais, viver e nao ser feliz
Se nao te ver, parte de mim ainda resta!
Eu me dividi ao meio pra sobreviver!
e agora me divido em tres pra nao enlouquecer
Voce, me faz viver.
Voce, me faz sofrer.
Eu,
Terei seu coração.
Nem que seja em minhas mãos.
Bombando, batendo, vibrando, jorrando
Sangue em minha direção.
Beberei, brindando à vossa pessoa.
Brindarei, bebendo ao nosso amor.
E à terei para mim.
Somente minha,
Querida
Guardarei com todo carinho
Lá, no cantinho, no fundo
de uma gaveta.
Estará, em uma linda caixinha
Com detalhes, ornamentos, fitinhas
E aroma de Amor.
postado originalmente em 12 de junho de 2004
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Maio 14, 2008
do fundo do baú
“Voce,
Roubou nao só meu coraçao,
Rouba minha voz,
Minha alegria,
Lá se vão meus pensamentos…
Meu olhar,
Por onde passe,
lá se vai juntinho com voce,
Até minha vontade de viver nao é esquecida,
Nao consigo, um minuto sequer, sem contigo ficar
nem q seja ao seu ladinho, na sala de jantar.
Meu Deus, onde eu fui parar?
Voce, Roubou meu coraçao
a voz, o olhar
alegria, Vontade de pensar”
postado originalmente em 28 de Junho de 2004
